<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Di Santi Engenharia e Construtora | Salto/SP | 11 4456-3365 / 11 99943-5547 | Notícias</title>
	<atom:link href="https://disantiengenharia.com.br/category/noticias/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://disantiengenharia.com.br/category/noticias/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 30 Mar 2022 16:34:01 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.5.3</generator>

<image>
	<url>https://disantiengenharia.com.br/wp-content/uploads/2020/08/cropped-di-santi-engenharia-icone-32x32.png</url>
	<title>Di Santi Engenharia e Construtora | Salto/SP | 11 4456-3365 / 11 99943-5547 | Notícias</title>
	<link>https://disantiengenharia.com.br/category/noticias/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Di Santi Engenharia e Construtora é notícia no  programa Mundo Empresarial</title>
		<link>https://disantiengenharia.com.br/2022/03/30/di-santi-engenharia-e-construtora-e-noticia-no-programa-mundo-empresarial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[info@disantiengenharia.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Mar 2022 16:28:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://disantiengenharia.com.br/?p=865</guid>

					<description><![CDATA[<p>﻿</p>
<p>O post <a href="https://disantiengenharia.com.br/2022/03/30/di-santi-engenharia-e-construtora-e-noticia-no-programa-mundo-empresarial/">Di Santi Engenharia e Construtora é notícia no  programa Mundo Empresarial</a> apareceu primeiro em <a href="https://disantiengenharia.com.br">Di Santi Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="pl-865"  class="panel-layout" ><div id="pg-865-0"  class="panel-grid panel-no-style" ><div id="pgc-865-0-0"  class="panel-grid-cell panel-grid-cell-empty" ></div><div id="pgc-865-0-1"  class="panel-grid-cell panel-grid-cell-mobile-last" ><div id="panel-865-0-1-0" class="so-panel widget widget_sow-editor panel-first-child panel-last-child" data-index="0" ><div
			
			class="so-widget-sow-editor so-widget-sow-editor-base"
			
		>
<div class="siteorigin-widget-tinymce textwidget">
	<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/kFAO3maTg18" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
</div>
</div></div></div><div id="pgc-865-0-2"  class="panel-grid-cell panel-grid-cell-empty" ></div></div></div><p>O post <a href="https://disantiengenharia.com.br/2022/03/30/di-santi-engenharia-e-construtora-e-noticia-no-programa-mundo-empresarial/">Di Santi Engenharia e Construtora é notícia no  programa Mundo Empresarial</a> apareceu primeiro em <a href="https://disantiengenharia.com.br">Di Santi Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Edifício feito de blocos leva 100 dias para ficar pronto em Santa Catarina</title>
		<link>https://disantiengenharia.com.br/2021/06/02/edificio-feito-de-blocos-leva-100-dias-para-ficar-pronto-em-santa-catarina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[info@disantiengenharia.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jun 2021 20:52:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://disantiengenharia.com.br/?p=732</guid>

					<description><![CDATA[<p>Peças são montadas em fábrica e já chegam ao canteiro de obras prontas, com encanamento, fiação e até vidros Um prédio comercial de oito andares em Tubarão (SC) foi totalmente construído em apenas 100 dias, incluindo o acabamento interno. Isso foi possível porque o método de construção do edifício passou longe do canteiro de obras [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://disantiengenharia.com.br/2021/06/02/edificio-feito-de-blocos-leva-100-dias-para-ficar-pronto-em-santa-catarina/">Edifício feito de blocos leva 100 dias para ficar pronto em Santa Catarina</a> apareceu primeiro em <a href="https://disantiengenharia.com.br">Di Santi Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Peças são montadas em fábrica e já chegam ao canteiro de obras prontas, com encanamento, fiação e até vidros</p>
<p style="text-align: justify;">Um prédio comercial de oito andares em Tubarão (SC) foi totalmente construído em apenas 100 dias, incluindo o acabamento interno.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso foi possível porque o método de construção do edifício passou longe do canteiro de obras tradicional. O prédio foi criado em blocos, dentro de um galpão de fábrica, que depois foram transportados até o local definitivo. Ali, guindastes fizeram a montagem, como em um jogo de Lego.</p>
<p style="text-align: justify;">A tecnologia é da empresa Brasil ao Cubo, também de Tubarão, que faz construção modular off-site usando estruturas de aço. O edifício comercial, chamado Level, foi o primeiro prédio feito pela companhia, que já tem mais de 150 empreendimentos térreos, incluindo sete hospitais construídos durante a pandemia de Covid-19.</p>
<p style="text-align: justify;">Ricardo Mateus, fundador da Brasil ao Cubo, conta que há no mundo prédios de até 30 andares com essa tecnologia, mas que no Brasil os edifícios deverão chegar a apenas 15 —a limitação não são os blocos de metal, mas os guindastes necessários para a montagem no canteiro de obras.</p>
<p style="text-align: justify;">Os blocos já saem de fábrica prontos, com encanamento, instalações elétricas, porcelanato, vidro e esquadrias.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2020, a empresa fez obras em 14 estados do país, e todos os blocos saíram da fábrica em Santa Catarina.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Fizemos inclusive um hospital em Porto Velho [RO]. Foram 40 carretas que percorreram 3.700 quilômetros, e a obra ficou pronta em 30 dias&#8221;, afirma Mateus. &#8220;A questão geográfica não é um empecilho.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A construção modular adotada pela Brasil ao Cubo é, em média, seis vezes mais rápida do que uma obra comum. Outra vantagem é ecológica: não se usa água no canteiro de obras, e a geração de resíduos é dez vezes menor do que no modelo tradicional.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Mateus, as edificações da empresa são cerca de 15% mais caras do que uma obra convencional. Isso deve mudar com os planos de construção de uma nova fábrica, ainda sem data prevista, que dará maior escala à produção e ajudará a reduzir os custos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por enquanto, o próximo objetivo é criar na fábrica um prédio residencial, que deverá ter 12 andares. O Level, que vai abrigar o escritório da empresa nos últimos dois andares, já está pronto e será inaugurado nesta sexta-feira (28).</p>
<p style="text-align: justify;">Esse tipo de construção não é novidade, mas ainda enfrenta resistência cultural no Brasil, explica a arquiteta e professora do curso de Engenharia Civil da Universidade Mackenzie em Campinas (SP), Larissa Ferrer Branco.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Existe um certo conservadorismo na indústria da construção civil, muito relacionado à popularidade do concreto armado&#8221;, afirma. Outros fatores são o desconhecimento sobre o método e a necessidade de profissionais especializados para a montagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Ferrer Branco destaca que esse tipo de obra permite que diversas etapas da construção ocorram de forma simultânea e precisa, o que evita desperdícios e retrabalho, e sem interferência das condições climáticas.</p>
<p style="text-align: justify;">A siderúrgica Gerdau comprou 33% da companhia no ano passado, por R$ 60 milhões, o que tem ajudado no crescimento da Brasil ao Cubo, que fechou 2020 com R$ 200 milhões em vendas. Para este ano, a expectativa é atingir os R$ 300 milhões.</p>

<a href='https://disantiengenharia.com.br/wp-content/uploads/2021/06/edificio_quadrado_01.png'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://disantiengenharia.com.br/wp-content/uploads/2021/06/edificio_quadrado_01-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://disantiengenharia.com.br/wp-content/uploads/2021/06/edificio_quadrado_02.png'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://disantiengenharia.com.br/wp-content/uploads/2021/06/edificio_quadrado_02-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://disantiengenharia.com.br/wp-content/uploads/2021/06/edificio_quadrado_03.png'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://disantiengenharia.com.br/wp-content/uploads/2021/06/edificio_quadrado_03-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>

<p>Segue o link da notícia original: <a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2021/05/edificio-feito-de-blocos-leva-100-dias-para-ficar-pronto-em-santa-catarina.shtml" target="_blank" rel="noopener">https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2021/05/edificio-feito-de-blocos-leva-100-dias-para-ficar-pronto-em-santa-catarina.shtml</a></p>
<p>O post <a href="https://disantiengenharia.com.br/2021/06/02/edificio-feito-de-blocos-leva-100-dias-para-ficar-pronto-em-santa-catarina/">Edifício feito de blocos leva 100 dias para ficar pronto em Santa Catarina</a> apareceu primeiro em <a href="https://disantiengenharia.com.br">Di Santi Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Habilidades sociais ganham protagonismo no mercado de trabalho</title>
		<link>https://disantiengenharia.com.br/2020/08/06/habilidades-sociais-ganham-protagonismo-no-mercado-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[info@disantiengenharia.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2020 23:59:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://disantiengenharia.com.br/?p=111</guid>

					<description><![CDATA[<p>Novas relações exigem conhecimentos que vão além dos técnicos para um trabalho mais humanizado Não há dúvidas de que o conhecimento técnico é fundamental para desempenhar funções no mercado de trabalho. Só que as mudanças no perfil dos consumidores, as novas tecnologias e a globalização passaram a exigir que profissionais e empresas também mudem sua [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://disantiengenharia.com.br/2020/08/06/habilidades-sociais-ganham-protagonismo-no-mercado-de-trabalho/">Habilidades sociais ganham protagonismo no mercado de trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://disantiengenharia.com.br">Di Santi Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Novas relações exigem conhecimentos que vão além dos técnicos para um trabalho mais humanizado</strong></p>
<p>Não há dúvidas de que o conhecimento técnico é fundamental para desempenhar funções no mercado de trabalho. Só que as mudanças no perfil dos consumidores, as novas tecnologias e a globalização passaram a exigir que profissionais e empresas também mudem sua postura, adicionando a sua cultura e forma de atuação os chamados “social skills”, ou seja, habilidades sociais que humanizam o trabalho.</p>
<p>Para a coordenadora do curso técnico em recursos humanos do Senac-RS, Aline Pereira da Silva, o mundo do trabalho está em um momento em que não basta oferecer aos colaboradores apenas retorno financeiro. “Ter um bom ambiente de trabalho faz diferença”, explica.</p>
<p>As empresas podem se preparar para isso com medidas que visam motivar o colaborador, para que ele esteja sempre engajado. “Ações voltadas para a qualidade de vida, respeito, valorização e reconhecimento das necessidades dos colaboradores”, exemplifica Aline. Isso gera um clima melhor no trabalho, com funcionários mais felizes, o que também reflete na forma como interagem com o consumidor.</p>
<p>Corporações que atuam com alta exigência de habilidades técnicas de seus funcionários também têm dado mais atenção para as competências socioemocionais. É o caso do Grupo CCR, que engloba concessionárias na área de infraestrutura de transporte e precisa de profissionais altamente capacitados. “Acompanhando as demandas e desafios destes novos tempos, fica claro que essas competências são tão importantes quanto as técnicas, como a capacidade de relacionamento interpessoal, comunicação, empatia e gestão de pessoas”, explica Márcia Takayanagi, superintendente de gestão de pessoas do Grupo CCR.</p>
<p>Para isso, além de um olhar diferenciado na contratação de novos colaboradores, o Grupo CCR atualizou seu modelo de competências O objetivo é desenvolver um processo de revisão de iniciativas de desenvolvimento profissional. “Para o aprimoramento dos nossos profissionais, contamos também com uma plataforma de treinamento chamada Nosso Mundo do Saber, onde são oferecidos diversos cursos comportamentais e técnicos, de modo que cada um possa trabalhar o seu desenvolvimento”, explica Márcia.</p>
<p>Em 2018, a empresa criou o Programa Nova Jornada, voltado para colaboradores acima dos 60 anos, que estão se preparando para o período pós-carreira. Esse programa será ampliado para incluir profissionais acima dos 45 anos. Pensando na oxigenação do quadro, em 2019 foi retomado o programa trainee, que abriu 18 vagas para novos profissionais.</p>
<p>A inclusão é outro ponto importante para as empresas. No Grupo CCR, o Programa de Inclusão de Pessoas com Deficiência existe desde 2007. “Valorizar as diferenças e oferecer oportunidades iguais para todos é um dos princípios básicos, e as histórias de profissionais com deficiência em nosso quadro de funcionários define bem como a empresa promove verdadeiramente a inclusão”, destaca.</p>
<p><strong>Capacidade analítica e conhecimento real</strong></p>
<p>O mundo vive um momento disruptivo onde tecnologias como internet das coisas, big data, inteligência artificial estão cada vez mais presentes. Com isso, a exigência no mercado de trabalho é de que o profissional se aperfeiçoe para lidar com esse novo cenário, segundo o diretor-geral do Senai e diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Rafael Lucchesi.</p>
<p>Lucchesi destaca que o emprego não desaparecerá, mas os profissionais precisarão ter domínio das novas tecnologias e novas competências, que devem substituir as atividades rotineiras, já que muitas delas serão feitas por máquinas. “Você tem de ter mais capacidade analítica de informação, de análise e criticidade. Vai ter mais colaboração e criatividade para a solução de problemas”, comenta.</p>
<p>Para Samir Iásbeck, CEO e criador da plataforma mobile de aprendizado Qranio, o conhecimento real será cada vez mais importante na hora de selecionar um novo colaborador. Ele exemplifica que, em sua empresa, candidatos a vagas de programação são submetidos a um teste. A intenção é ir além do currículo e dos diplomas que o profissional tem, focando em sua real habilidade de programar: “O profissional do futuro é o que tem o conhecimento real. Ele tem o domínio daquilo, o know-how”, comenta Iásbeck.</p>
<p>Fonte: G1</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-113" src="https://disantiengenharia.com.br/wp-content/uploads/2020/08/01.jpg" alt="" width="924" height="616" srcset="https://disantiengenharia.com.br/wp-content/uploads/2020/08/01.jpg 924w, https://disantiengenharia.com.br/wp-content/uploads/2020/08/01-300x200.jpg 300w, https://disantiengenharia.com.br/wp-content/uploads/2020/08/01-768x512.jpg 768w, https://disantiengenharia.com.br/wp-content/uploads/2020/08/01-272x182.jpg 272w" sizes="(max-width: 924px) 100vw, 924px" /></p>
<p>O post <a href="https://disantiengenharia.com.br/2020/08/06/habilidades-sociais-ganham-protagonismo-no-mercado-de-trabalho/">Habilidades sociais ganham protagonismo no mercado de trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://disantiengenharia.com.br">Di Santi Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Caminho para uma cidade inteligente passa pela mobilidade urbana</title>
		<link>https://disantiengenharia.com.br/2020/08/06/caminho-para-uma-cidade-inteligente-passa-pela-mobilidade-urbana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[info@disantiengenharia.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2020 23:58:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://disantiengenharia.com.br/?p=115</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tecnologia pode ajudar a entender problemas de infraestrutura e oferecer soluções para a população. Você sabe o que é uma cidade inteligente? Existem diversas definições, mas todas elas têm um ponto em comum: uma smart city é aquela que aumenta a qualidade de vida da sua população. E isso passa diretamente por um sistema de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://disantiengenharia.com.br/2020/08/06/caminho-para-uma-cidade-inteligente-passa-pela-mobilidade-urbana/">Caminho para uma cidade inteligente passa pela mobilidade urbana</a> apareceu primeiro em <a href="https://disantiengenharia.com.br">Di Santi Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tecnologia pode ajudar a entender problemas de infraestrutura e oferecer soluções para a população.</strong></p>
<p>Você sabe o que é uma cidade inteligente? Existem diversas definições, mas todas elas têm um ponto em comum: uma smart city é aquela que aumenta a qualidade de vida da sua população. E isso passa diretamente por um sistema de mobilidade urbana que integre agilidade, fluidez e acesso fácil dos usuários.</p>
<p>Ao se falar em infraestrutura de mobilidade urbana para uma cidade inteligente, tecnologia aparece como outra palavra obrigatória. Ferramentas como internet das coisas, big data, centros de operações e blockchain ajudam no trabalho de captar dados e detectar os problemas.</p>
<p>Professor da ESPM, especialista em Governança e pesquisador em inovação de TI para Gestão Urbana e Cidades Inteligentes, Marcos Cesar Weiss dá um exemplo: colocar dispositivos de geolocalização em ônibus, mas não oferecer para a população uma forma de interação com o sistema, resolve poucos problemas. “Poder público, iniciativa privada e academia deveriam e podem colaborar no sentido de fazer planos para cada uma das cidades para que esse processo aconteça naturalmente. Para que a cidade não seja um armário cheio de tecnologia, mas sem saber o que fazer com ela”, comenta.</p>
<p>Stella Hiroki, doutora em Cidades Inteligentes (PUC-SP) e palestrante sobre Inovação Urbana, reforça o alerta de Weiss sobre a importância de usar bem os dados gerados pelos dispositivos tecnológicos. Na avaliação dela, o projeto Superpedestrian se tornou um caso inspirador.</p>
<p>Realizado em Copenhague, na Dinamarca, em parceria com o Instituto Massachusetts de Tecnologia (MIT) e empresas privadas, a iniciativa usa informações geradas por uma roda elétrica que pode ser acoplada em diversos modelos de bicicletas comuns e fica conectada ao smartphone. O equipamento, além de reduzir o uso de força nas pedaladas, fornece uma série de dados como nível de poluição, tráfego, distância percorrida. Com isso, o ciclista recebe informações para fazer melhores escolhas ao se deslocar.</p>
<p>Mas essa tecnologia também ajuda a cidade, compartilhando de forma anônima os dados com as autoridades. A partir disso, eles podem identificar áreas onde há maior ou menor uso de bicicletas, observar os níveis de poluição do ar e pensar em soluções. Iniciado em 2009, as Rodas de Copenhague já estão à venda, podendo ser usadas em diferentes cidades no mundo. “Fizeram marketing com a pesquisa acadêmica, mostraram que dá para ganhar dinheiro com uma solução para a cidade”, explica.</p>
<p><strong>Interligação entre modais</strong></p>
<p>Stella ressalva, contudo, que não basta investir em bicicletas e em modais novos, como os patinetes elétricos, que se tornaram febre. Além de alertar para a necessidade de regulamentações para esses serviços alternativos, ela defende que os diversos modais (como ônibus, VLT, BRT, metrô e trem) funcionem em conjunto. Essa estratégia possibilita que as pessoas se desloquem com facilidade, além de permitir que elas ocupem o espaço público e se sintam parte da cidade. “É importante porque vai permitir quem mora na periferia poder contribuir mais com o centro da cidade, levar sua cultura. Elas veem que tem direito ao centro, aos espaços, estão participando”, diz.</p>
<p>O diretor da CCR EngelogTec, André Costa, ressalta a agilidade como outra vantagem da maior integração. “O tempo médio de deslocamento casa-trabalho pode ser cada vez menor, graças à interligação entre modais de transportes”, comenta o diretor da empresa de tecnologia do Grupo CCR.</p>
<p>O executivo destaca que a relação entre os diferentes tipos de transportes permite que os usuários escolham o ideal para suas necessidades. Ele salienta que é necessário que os investimentos continuem sendo feitos em infraestrutura urbana. “Seja por meio de trens sem condutor (com tecnologia driverless), dispositivos de segurança para os usuários, ampliação da malha metroferroviária e rodoviária, provendo informações e flexibilidade aos usuários e expandindo outros modais como o aquaviário, ou seja, oferecendo soluções práticas, modernas e inteligentes”, afirma Costa.</p>
<p>Investimento e estudo são justamente o que fazem cidades brasileiras como São Paulo, Brasília, Rio, Guarulhos, Campinas, Salvador, Curitiba, Belo Horizonte, Recife e Rio Branco se destacarem. Esses municípios, apesar de ainda terem um longo caminho a percorrer, dão importantes passos no desenvolvimento de mobilidade urbana. Costa cita a implementação de modais mais eficientes, melhoria na tecnologia embarcada, ampliação de dispositivos de segurança, capacidade de oferecer serviços qualificados e interligação das aplicações para melhorar a entrega ao usuário. “Além disso, são cidades que estão em constante planejamento e estudo das melhores soluções para sua estrutura”, diz.</p>
<p>Um exemplo disso é a Linha 4-Amarela de metrô de São Paulo, administrada pela ViaQuatro, onde os trens contam com dispositivos que detectam a lotação de cada carro e mostram tal informação em tempo real aos passageiros. Outras inovações importantes são o painel digital que mostra o tempo para a chegada dos trens e o sistema driverless, que aumenta a segurança e evita erros humanos na operação da linha. “São inúmeras as soluções que podem ser controladas remotamente e que estão completamente integradas. Tudo isso resulta em cidades mais eficientes”, finaliza.</p>
<p>Fonte: G1</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-116" src="https://disantiengenharia.com.br/wp-content/uploads/2020/08/02.jpg" alt="" width="984" height="694" srcset="https://disantiengenharia.com.br/wp-content/uploads/2020/08/02.jpg 984w, https://disantiengenharia.com.br/wp-content/uploads/2020/08/02-300x212.jpg 300w, https://disantiengenharia.com.br/wp-content/uploads/2020/08/02-768x542.jpg 768w" sizes="(max-width: 984px) 100vw, 984px" /></p>
<p>O post <a href="https://disantiengenharia.com.br/2020/08/06/caminho-para-uma-cidade-inteligente-passa-pela-mobilidade-urbana/">Caminho para uma cidade inteligente passa pela mobilidade urbana</a> apareceu primeiro em <a href="https://disantiengenharia.com.br">Di Santi Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
